terça-feira, 30 de novembro de 2010

Bike no avião

Vi essa matéria no blog do mauro cavanha bem interessante!
Aqui segue uma lista das principais companhias aéreas nacionais, e se elas cobram, ou não, a bicicleta. Em vermelho as que estão na lista negra! Amarelo as que cobram uma taxa sensata. E verde quando a companhia é amiga do ciclista, porém temos que atentar ao peso permitido (voos domésticos 23kg/ voos internacionais 32kg) e ás vezes é exigido que a bike esteja embalada apropriadamente...

Portanto antes de viajar com sua bike não deixe de conferir!!



Não cobram Bike



Não cobram Bike


Não cobram Bike



Não cobram Bike



Não cobram Bike



Não cobram Bike





Não cobram a bike



Não cobra Bike




Internacionais:
American Airlines (domésticos/internacionais) Avianca
British Airways Lufthansa Airlines
Mexicana - Não cobra, porém deve-se apresentar uma carteirinha de confederação.
Swiss Air
United Airlines


A empresa Azul linhas aéreas quase tive problemas com ela só não tive porque mostrei um protocolo que a agência que me vendeu passagem, tinha comunicado a empresa que eu levaria bike, ai apresentei o papel pra moça no aeroporto, e indignado discuti com ela e falei pra ela que ela estava por fora da empresa que ela trabalha! rsrs.
A qatar também foi tranquilo não me cobrou taxa!

domingo, 28 de novembro de 2010

Semana de treino


Essa semana voltei aos treinos como preparação pra 2011, volume foi curto pois a semana foi apenas pra acordar o corpo, leva algum tempo pra pegar ritimo de treino novamente, foram treinos bem leves a planilha foi essa.

Segunda: Corrida 60min , Bike 60´giro.

Terça: Natação: A - 1000 m bem fraco estilo crawl B - 6x 50 m ritmo de prova (i= descanso total) C - 3x100 m BR c/ flutuador crawl E - 400 m solto estilos livres. 2000m + Pilates

Quarta: Bike 60´giro c/ 2 subidas de 1km Marcha pesada, Corrida 10´leve + fartleck 1´x 1 ´(40min) + 10´leve.

Quinta: Natação: A – treino: 600cr B- 300perna C-200 educativos D-500craw com palmar e p.b E -100co F-300cr/ = 2000m

Sexta: Corrida 20´ + coordenação longa + circuito + retas progressivas

Sabado: Natação A-800 m craw, B- Palmar 500m C - 4x 50 m D - Total: 1500m

Domingo: Bike 60km Musculação

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Artigo que escrevi no mundo tri ´´Acupuntura no esporte´´


Escrevi um artigo sobre Acupuntura no esporte, que esta na revista eletrônica de novembro no site mundo tri, a matéria esta na pagina 26, pra quem não sabe também sou formado em acupuntura!
Segue aqui o link http://www.mundotri.com.br/mundotri-magazine/ A capa desse mês é de Igor amorelli 6 colocado no mundial de meio iron, tem uma entrevista dele que ele fala da preparação, inicio etc..
Abraços boa leitura!!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Começou 2011


È pessoal pra muitos atletas 2011 começa antes de acabar 2010, é o periodo que da aquela diminuida no ritimo de provas, entra no periodo de férias e começa a base.

Eu descansei 21 dias pra min acho que foi o suficiente, agora começa os treinos novamentes, é pouco estranho quando volta, esta descansado mais logicamente você não esta no mesmo rítimo que antes.

Esse ano estou inscrito numa meia maratona de 21 km que vai depender se o pessoal daqui partir pra la eu vou fazer um treino na prova, e um biathlon aqui na cidade que também servirá como treino até porque vo sair do plantão de 12 horas no hospital direto pra prova, nem posso pensar em rendimento, e a tão conhecida são silvestre o pessoal ta se organizando pra ir, essa vou sem inscrição.

Estou bastante animado pro ano que vem!

Ainda não saiu calendarios da CBTRI, que é o que eu queria saber logo, sairam calendarios do x terra, long distance, Brasilfit. Espero que até dezembro tenha algo mais concreto, pra bolar o calendario de provas 2011.

Vou ficando nessa, domingo posto os treinos dessa semana que eu fiz no retorno abraços

domingo, 21 de novembro de 2010

Long distance pirassununga e amigos

Ontem e hoje dia 20 e 21 de novenbro estive em pirassununga acompanhando o short distance e o long distance, prova na qual tive varios amigos competindo.
No sábado o clima tava bem melhor inclusive dando uma pancada de chuva na etapa da corrida do short e foi uma senhora pancada de chuva, meu amigo thomaz levou a categoria e ainda puxou pelotão no ciclismo. O moleque tem 18 anos acho que nem isso e tem grande futuro no triathlon. Espanhol nosso amigo que ja viro brasileiro venceu revezamento, pedalando e correndo, também mandou muito bem , melhorou sua corrida.
Quanto ao long distance foi uma prova muito dura, a natação e metade do ciclismo estava com tempo muito bom, mais metade do ciclismo até final da corrida o sol apareceu, eu que fiquei vendo boa parte na sombra ja tava sofrendo, imagina o pessoal, levamos um monte de comida eu e uns amigos e ficamos comendo tempo todo rsrs.
To orgulhoso dos meus amigos que terminaram a prova foi muito difícil, fabinho foi uma grata surpresa nadou e pedalou bem e sofreu demais na corrida, ele mesmo antes da prova tinha comentado que isso ia acontecer.
Japa também foi na cola dele boa parte, tem uma corrida melhor acabou terminando na frente.
Ito e carlão tambem foram guerreiros os dois nadam e pedalam muito, mais sofreram muito pra correr, ano passado Ito fez 2:14 se nao me engano no ciclismo esse ano ele tava bem melhor to curioso pra saber quanto que fez no pedal, embora ele tava mais cauteloso, pq dois anos seguidos quebrou na corrida.
Willian terminou a prova em 4:59 ta feliz da vida, o pai tava todo orgulhoso conversando com a gente.
Junior nadou bem, mais acabou sofrendo no ciclismo, ali não é facil são 90km tentamos ajudar no máximo que podiamos nossos amigos.
Tive a oportunidade de conhecer o Artur do blog triathlon num estilo de vida. http://triathlonumestilodevida.blogspot.com/ , gente boa pra caralho, muito legal encontrar a galera nessas provas, no começo fiquei na dúvida se era ele mesmo, perguntei pro meu amigo junior também fico na dúvida e por fim era o cara.
Teve seu pneu furado no ciclismo, uma pena mais terminou a prova feliz da vida isso que importa, tempo todo tentei animar os amigos, e vc via que a galera por mais que tava sofrendo tava feliz da vida curtindo a prova.
Fiquei 36 horas acordado depois de plantão etc.. pra ver essa molecado correr foi muito massa, valeu a pena.
Agora só descansar, amanhã voltomeus treinos, me sinto um pouco resfriado com nariz trancado e dor de garganta, que saco acontecer isso bem no final das férias, mais nada que impede começar com treininhos leves.
Abraços e que venha as próximas provas!!!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Meias de compressão para quê?


A indústria de roupas esportivas de compressão ganhou muita força no últimos anos. Inicialmente utilizados na área médica, estes produtos estão presentes em diversos esportes. Quem assistiu a Copa do Mundo de Futebol, por exemplo, talvez tenha notado que em alguns casos jogadores do mesmo time possuíam camisetas com diferentes graus de compressão. Enquanto alguns utilizavam uma malha por baixo da camiseta oficial da equipe, em outros jogadores a própria camiseta oficial era de compressão.
Na área médica as meias de compressão possuem diversas faixas de graduação, sempre medidas em milímetros de mercúrio (mmHg). Essas podem variar desde 10-15 mmHg até mais de 50mm Hg. No mundo esportivo, as meias de compressão podem apresentar um nível constante de compressão, em torno de 20-30 mmHg, ou possuir um nível gradual de compressão, em torno de 20-25mmHg na altura do tornozelo e diminuindo até 70% ao se aproximarem do joelho.

Em esportes como triatlo, as meias de compressão já são comuns, sendo mais utilizadas na parte da corrida. Para se ter uma idéia do apelo dessas meias no esporte, em 2009 a World Triathlon Corporation decidiu proibir o uso delas no Ironman do Havaí, alegando que seu uso escondia o número do atleta, pintado na panturrilha. Como o número ficava escondido de quem viesse atrás apenas para os corredores que estivessem usando as meias, isto poderia prejudicar a competitividade do evento - atire a primeira pedra quem nunca tiver corrido um pouquinho mais rápido só para passar aquele cara ali na frente que é da mesma categoria. O barulho dos triatletas em resposta foi tão alto que logo depois a entidade voltou atrás da decisão e resolveu não pintar mais o número na panturrilha dos participantes, voltando assim a nivelar a competição.

Na corrida, o uso das meias de compressão não é tão grande - ainda - quanto no triatlo, modalidade em que os participantes são mais afeitos a novidades "tecnológicas", mas o aumento na quantidade de corredores com meias até os joelhos em provas é nítida. Talvez incentivados pelo exemplo de ícones do esporte como Paula Radcliffe (recordista mundial de maratona), e pelo fato de que hoje um corredor com meias até os joelhos já nem se destaque mais na multidão.

Os profissionais lançaram a moda, as amadores parecem ter aprovado e estão aderindo. Mas será que isto é o bastante para justificar a eficácia de um produto? Normalmente não, e por isso é que recorremos a diversos estudos independentes para se ter uma reflexão mais ampla do quanto as meias de compressão realmente funcionam e quanto se deve ao efeito placebo desencadeado pelo pensamento de "se fulano usa e diz que é bom, então quando eu usar também vai ser bom".



UM MONTE DE VANTAGENS. Vamos começar por um ponto crucial: o que os fabricantes alegam. Entre páginas na internet dos próprios fabricantes e de algumas lojas, vamos nos ater à seguinte lista: prevenção do desenvolvimento de varizes, edemas de origem linfática, cãibras, fadiga muscular, melhora do fluxo sanguíneo e oxigenação da musculatura, aumento na remoção de ácido lático, diminuição da vibração muscular e dor tardia, diminuição na produção de ácido lático, aumento de performance. Com uma lista dessas, fica realmente difícil resistir ao impulso de puxar o cartão de crédito, mas espere! Vamos ver o que existe de evidência concreta por trás de cada uma das supostas vantagens.

Uma primeira constatação, que não necessariamente desmerece o produto, é que enquanto um dos fabricantes alega - segundo estudos científicos que não são referenciados - "... aumento de fluxo sangüíneo de 34%. Isto aumenta a oferta de oxigênio e aumenta a performance muscular. A melhora de circulação também auxilia na remoção de ácido lático", uma loja diz que o produto "Melhora o fluxo sanguíneo e conseqüente irrigação da musculatura e remoção de ácido lático em até 34%". Perceba como a idéia de que o fluxo sanguíneo é aumentado em 34% praticamente se transforma em remoção de lactato 34% maior, duas coisas totalmente diferentes, e onde possivelmente a questão de diminuição de lactato possui um apelo muito maior entre atletas. Este tipo de desencontro entre fabricantes e vendedores, ou mesmo entre o departamento "científico" e o de marketing de uma mesma empresa são extremamente comuns, e por isso é recomendado que dada a facilidade da internet o consumidor sempre vá ao site do fabricante para buscar informações sobre produtos específicos.

Existem já diversos estudos publicados sobre os possíveis efeitos das meias de compressão no mundo esportivo. Enquanto alguns explicitamente buscam por qualquer indicativo de que elas possam ser benéficas, outros já de início se mostram mais céticos quanto aos resultados esperados. Numa sequência interessante, a pesquisadora Elmarie Terblanche, da Universidade de Stellenbosch, "vizinha" aqui da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, realizou dois estudos envolvendo o assunto.

No primeiro, partindo simplesmente da idéia de que as meias melhoram a performance por aumentar a circulação sanguínea e transporte de nutrientes e metabólitos, 10 corredores realizaram dois testes incrementais até a exaustão, com e sem as meias. Apesar de não haver nenhuma diferença em performance entre as duas situações, os níveis de lactato sanguíneo após o exercício diminuíram mais rapidamente com o uso das meias.

Seguindo então a pista de uma possível melhora na recuperação pós exercício, o segundo estudo envolveu 62 corredores da Two Oceans (prova de 56 km na Cidade do Cabo). Metade do grupo competiu com as meias, e a outra metade as utilizou apenas nos três dias após o evento. Dois dos marcadores indicativos de dano muscular medidos estavam significativamente menores nos atletas que correram com as meias, sugerindo algum benefício real de seu uso como facilitador da recuperação muscular.



CALÇAS DE COMPRESSÃO. Pode-se dizer que testes incrementais deixam a desejar enquanto indicadores de performance, no entanto resultados similares foram obtidos num estudo de autores britânicos. Utilizando calças de compressão - que teoricamente teriam um efeito ainda maior que as meias, seguindo a lógica - eles não encontraram nenhum efeito de performance em testes de salto e velocidade quando os participantes utilizaram as calças durante 48 h de repouso entre duas sessões de exercício, apesar os níveis de dor muscular terem diminuído. Não foi investigado no entanto, o efeito das calças durante o exercício, situação em que o estudo sul-africano encontrou uma diminuição em marcadores de lesão muscular.

Outro estudo inglês parece ter resultados um pouco mais promissores. Dezessete mulheres ativas passaram por um protocolo de indução de dano muscular (sequência de 100 saltos a partir de um banco de 60 cm), e depois foram distribuídas em grupo controle, sem intervenção, e grupo intervenção, que usou calças de compressão por 12 horas após a atividade. Ambos os grupos tiveram queda de desempenho de força em extensores de joelho após o protocolo de saltos, porém esta foi muito menor no grupo que utilizou as calças, que ainda apresentou menores índices de dor muscular.

Voltando para as meias de compressão, e para seu uso durante o exercício, um estudo neo-zeolandês de 2007 investigou a utilidade das meias em duas situações: durante dois testes incrementais separados por uma hora de pausa e durante uma corrida de 10 km. Enquanto os dois testes incrementais tinham por objetivo analisar efeitos das meias sobre a performance do segundo teste, os 10 km tinham por objetivo analisar a percepção de dor muscular nos dias após a corrida. Da mesma maneira que os outros estudos já citados, não foram encontrados efeitos sobre a performance, enquanto a percepção de dor muscular, especialmente na panturrilha e quadríceps, foi menor quando os participantes utilizaram as meias.

Ainda na linha de performance, um estudo de 2009 avaliou o efeito do uso de meias de compressão durante um teste máximo de esforço e durante corrida em diferentes pontos de concentração de lactato. Apesar de não encontrarem nenhum diferença no consumo máximo de oxigênio, os pesquisadores verificaram um aumento no tempo de exercício com o uso das meias, e também que a velocidade associada com diferentes concentrações de lactato era maior quando as meias era utilizadas.



O VILÃO LACTATO. Um parênteses fisiológico aqui. Apesar de diversos estudos, como já mencionado, terem indicado uma menor concentração sanguínea de lactato com o uso das meias, é importante atentar para o fato de que o lactato é produzido nos músculos, e não no sangue. Ou seja, um equipamento de compressão que diminua a concentração sanguínea de lactato pode estar agindo por dois mecanismos opostos: ou está acelerando a remoção de lactato ou simplesmente está impedindo que o lactato saia dos músculos e chegue ao sangue, hipótese que já foi levantada por diversos estudiosos, mas ainda não foi testada.

A lista de estudos, felizmente, poderia seguir, mas parece que estamos falando cada vez mais do mesmo. A maioria dos trabalhos que aponta um ganho de performance utiliza protocolos, participantes ou interpretações duvidosas. Por outro lado, os resultados apontando para diminuição de dor muscular pós exercício e recuperação de performance pós-fadiga parecem bem mais confiáveis e promissores.

Enquanto boa parte das vantagens atribuídas por fabricantes não se justifique ou simplesmente não terem sido testadas, a hipótese de que os equipamentos de compressão ajudem a auxiliar na estabilização da musculatura e a reduzir a vibração decorrente do impacto com o solo parece fazer sentido, apesar de não ter sido devidamente avaliada. Alguns trabalhos apontam até para o fato de que a energia elástica proporcionada por calças de compressão pode auxiliar a musculatura em seu trabalho, aliviando os tendões de parte do seu estresse mecânico.

O assunto ainda gera controvérsia, e alguns estudos são incapazes de encontrar benefícios de meias de compressão mesmo em pessoas com síndrome pós-trombótica durante exercício, teoricamente a população que mais deveria se beneficiar delas. No entanto, o grau de evidência em favor do uso ocasional de meias de compressão parece muito mais promissor que o de diversos outros equipamentos que já surgiram no mercado. É importante ressaltar que, uma vez que as meias podem afetar a circulação sanguínea, o aval médico para seu uso sempre é uma boa recomendação.

Matéria da revista contra relógio

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Calendario X terra 2011

Ola pessoa pra aqueles amantes do X terra saiu calendário de 2011, com algumas novidades, ano que vem se deus quiser farei algumas etapas, ja que esse ano não deu certo, me interessei pela etapa de manaus.
Para o ano que vem o Circuito XTERRA mudou de formato e será dividido em dois tipos de provas: XTERRA e XTERRA Training.
As provas do XTERRA serão organizadas pela X3M Sports Business em diferentes estados do Brasil. Todas essas provas somarão pontos para o ranking nacional. A etapa Mundial do XTERRA BRAZIL também será realizado pela mesma X3M, porém essa prova além dos pontos nacionais, também distribuirá vagas para o Mundial de XTERRA em Maui.
O XTERRA Training são provas menores, realizadas por organizadores afiliados e que tem o intuito de difundir e expandir o XTERRA pelo Brasil. A novidade é que para o XTERRA Training será necessário cumprir com requisitos específicos para garantir a boa qualidade de nossos eventos e o bom nível de atendimento a nossos atletas.
As outras duas diferenças entre os dois tipos de provas é que pontuação do XTERRA é maior que a do XTERRA Training. E também os eventos XTERRA terão um nível técnico um pouco maior em seus percursos. Então se você pensa em iniciar no nosso mundo off road, vale a pena considerar provas o XTERRA Training.

Programe desde já as provas do próximo ano!

Calendário XTERRA 2011

XTERRA (cidade a definir) MG 2, 3/abr

XTERRA Training Itapira / SP 30/abr

XTERRA Training Indaiatuba / SP 7/mai

XTERRA BRAZIL MANAUS/ AM 11/jun * ETAPA MUNDIAL *

XTERRA Training Indaiatuba / SP 30/jul

XTERRA Mangaratiba / RJ 13/ago

XTERRA Ilhabela / SP 10/set

XTERRA Tiradentes / MG 1,2/out

XTERRA Ceará/ CE 18,19/ out

XTERRA Florianópolis/ SC 10, 11/dez