segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Cirurgia a vista e prova!

Ola passando no Blog apos um tempo sem postar nada. Fui diagnosticado com uma Hérnia umbilical pequena, e terei que passar por uma cirurgia, coisa simples , mas ninguém quer né? Estou quase na reta final para preparação de uma prova, não sinto dores, mas também não tem como fazer exercícios para fortalecer o core, como abdominal, dorsal, abdominal em bola etc.. È pedir pra se lascar. Vou ficar pedalando por um bom tempo na prova e espero não sentir tanta dor na posição devido a musculatura fraca do core. Abaixo vou colocar um texto explicando sobre Hérnia. Bons treinos!!



A hérnia
O que é:

A hérnia da parede abdominal ocorre quando parte de um órgão (normalmente, alças do intestino delgado) se desloca, através de um orifício (chamado de anel herniário), e invade um espaço indevido (saco herniário).

Esse deslocamento somente é possível devido ao enfraquecimento do tecido protetor dos órgãos internos do abdômen, que pode ocorrer em consequência de um problema congênito ou pode estar associado a esforços em demasia (exercícios físicos, gestação ou obesidade, por exemplo) que deixam a parede abdominal fragilizada.

O maior perigo da hérnia surge quando há a conjunção de dois fatores: grande volume do órgão deslocado – aumentando o conteúdo no saco herniário – e anel herniário estreito, o que dificulta o vai-e-vem do órgão. Esta situação faz com que o conteúdo herniário fique preso (encarcerado) no saco herniário e sujeito a provocar o estrangulamento herniário, que implica na torção das alças intestinais. A torção pode provocar obstrução intestinal, que tem como sintomas as cólicas abdominais e a dificuldade para eliminar gases e fezes.

Esse quadro é muito grave e exige cirurgia em caráter de urgência, pois a compressão dos vasos sanguíneos promove a gangrena da alça intestinal torcida e a sua ruptura. Consequentemente, ocorre uma infecção grave que se estende para a cavidade peritoneal, fazendo um quadro de peritonite aguda. Diante disso, a cirurgia é emergencial, pois há risco de morte.

Tipos:

As hérnias mais frequentes na região envolvida pela parede abdominal são:
epigástrica: ocorre na linha média do abdômen (Linha Alba), como resultado do afastamento dos músculos retos abdominais (dois músculos localizados na parte anterior e central do abdômen, acima do umbigo). A cirurgia é o procedimento indicado para tratar, pois não há fechamento espontâneo dessa hérnia.
umbilical (ou paraumbilical): surge exatamente na região da cicatriz umbilical, geralmente, quando uma alça intestinal atravessa o tecido muscular. Isso pode acontecer por um defeito congênito ou adquirido, devido a esforços em demasia, gestação ou obesidade.
No início, o principal sintoma é dor local ao toque ou quando é feito algum esforço. Ao longo do tempo, surge um abaulamento. Se a hérnia for diagnosticada ainda no início é possível reduzir o conteúdo herniário, retornando-o para seu local natural. Mas se esse conteúdo estiver muito volumoso e com um anel herniário estreito, a hérnia umbilical pode se tornar irredutível, aumentando o desconforto e as dores. Esta situação é perigosa, pois pode acontecer o estrangulamento herniário.
Os bebês estão mais vulneráveis a este tipo de hérnia, mas neles, normalmente ela desaparece espontaneamente ao longo dos primeiros anos de vida.
inguinal: Atinge a virilha (zona de junção entre a coxa e a parte inferior do abdome) e corresponde a 80% dos registros da doença. Os homens são mais vulneráveis a esse tipo de hérnia e ainda sofrem o risco de terem a doença expandida para os testículos, desenvolvendo, assim, a hérnia inguinoescrotal.
inguinoescrotal: ocorre na bolsa escrotal, normalmente, em consequência da hérnia inguinal que se expande e invade essa estrutura.

Tratamento:

Em geral, somente o procedimento cirúrgico é eficaz para tratar a hérnia. Qualquer outro recurso poderá, no máximo, atenuar os sintomas. Sem o tratamento adequado, a doença tende a progredir e corre o risco de exigir cirurgia de urgência, pois quando cresce em demasia, a hérnia pode ficar encarcerada (presa do lado de fora), causando até risco de morte.

Em termos gerais, esse tratamento cirúrgico em adultos deve incluir o implante de uma prótese (tela) para reforço da área fragilizada.

Fonte: Sociedade Brasileira de Hernia e parede abdominal.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Maratona do Rio 2015

No dia 25 embarquei com minha esposa mais uma vez pro Rio de janeiro pra fazer a Maratona do Rio, dessa vez ia ser mais especial, pois seria a primeira prova dela, a 6 km da olympikus family. Eu estava na segunda maratona, essa qual escolhi o Rio novamente, percurso muito bonito, que vale a pena. Cheguei de manhã já estava chuviscando no Rio, tanto que fui atras de comprar um guarda chuva rs. Fui direto pra entrega dos kits. Minha esposa estava toda animada na feira , pegou kit tirou fotos, assistimos a palestra do Dr drauzeo varella muito boa por sinal, demos muitas risadas, e realizei uma coisa muita bacana conhecer o maratonista Wanderlei cordeiro, um dos maiores no Brasil. Quem não se lembra da Olimpiadas de Atenas ou do Bicampeonato panamericano dele?? Muito simpático por sinal. A feira foi show, olhei os produtos e me surpreendi com olimpikus Rio 3, pretendo comprar ele. Só não comprei porque estou com vários pares novos aqui. Não teria necessidade no momento.  Bom no sábado não fiz muita coisa , foi mais a feira mesmo, como já conheço o rio, fui diversas vezes, restava descansar.

Domingo

Acordei as 4 da manha, tomei meu café da manhã meio improvisado já que no hotel seria servido apos as 6:00 e o ônibus da largada era as 5:00 e levei algo pra comer antes da prova . A largada era 7:30, de amigo no domingo só encontrei o Majoyslei de Uberlândia, pessoal todo de Limeira e do Twittersrun acabei não encontrando, só no sábado encontrei o Yuri e o Rafito do Rio. Bom vamos a prova.

A Prova

A meta era ousada correr abaixo de 3 horas, minha primeira maratona em 2012 saiu 03:06:57 no qual não treinei direito e fui para prova direto de uma lesão no quadril. Em 2015 fiz todo treino sem lesão até 3 dias antes da prova, isso mesmo que você leu, 3 dias antes pisei numa pedra e meu pé torceu. Cheguei em casa com ele inchado e doendo, coloquei gelo, fu ino médico que passou um anti-inflamatório mais forte e assim foi de quinta a domingo, tomando remédio. Estava na minha melhor fase acho, consegui fazer todos os longos, nao fiz muito treino de ritimo, mas os de tiro foram todos certinhos, e ainda treinei natação e ciclismo normalmente, ja que tenho uma prova longa no final do ano. E dessa vez não queria cometer o suicidio na prova igual da primeira vez, eu sabia o que me esperava.
Bom dado a largada é um tumulto né, passei o 1 km a 5:00 por km, ja esperava por isso, começo é difícil de correr, Depois a meta era manter 04:13 por km ate as subidas pois eu sabia que depois o ritimo ia diminuir um pouco. E  eu sabia que se passar os 21km a 01:28 que seria confortavel pra min, a segunda metade da prova tudo caminharia pra dar certo meu sub 3. Ainda estava acreditando mesmo lesionado. E assim foi, passei todos quilômetros conforme treinado até o 28 km, depois das subidas tornozelo começou a doer demais, nas subidas as ruas eram pouco tortas, eu tentava achar um ponto mais reto, mas mesmo assim tava doendo, problema não era nem a rua era o tornozelo, do 30 km em diante, vi que não ia dar sub 3, e meu adivil estourou rs. Começou a despencar ritimo com a dor, fui trabalhando meu pisicologico pra terminar a prova em 03:12:44 , E assim foi ate o final. Foi duro mais terminei , mais uma maratona. Nem tem muito o que falar, só de terminar, me sinto um vencedor, agora é tratar a perna que tenho outra prova dura final do ano. E no ano que vem pensar em abaixar esse tempo na maratona. Agora resta as dores, mas ja voltei aos treinos na terça que nadei 3,400m e hoje pedalei 50 km. Segue o baile rs. Abaixo as fotos do Rio . Bons treinos!!!!





















quinta-feira, 9 de julho de 2015

domingo, 28 de junho de 2015

KinesioTaping efeito placebo? Leia o artigo Espanhol.

El ‘kinesiotaping’ o vendaje neuromuscular, algo más que placebo
kinesio-taping- 3Actualmente, no hay evento deportivo en el que no veamos a un deportista luciendo algún tipo de vendaje neuromuscular okinesotaping, que es el nombre técnico que reciben las tiras adhesivas coloreadas que se adhieren al cuerpo con una finalidad terapéutica, sea para prevenir problemas musculares o para aliviar o recuperarse de algún tipo de lesión.
La inmensa mayoría de fisioterapeutas las usan en sus pacientes como coadyuvantes a sus tratamientos.
Vemos tiras (vendas) de todos los colores y colocadas en cualquier parte del cuerpo: en muslos, pantorrillas, hombros, zona lumbar y las hay que están adheridas formando entrelazados, círculos y figuras que parecen verdaderas obras de arte.
Se empezaron a utilizar en Japón y Corea en los años 70, pero en Europa no se implantaron hasta el año 2000. O sea que para nosotros es una terapia relativamente novedosa.
Según dicen, ante una lesión, el vendaje neuromuscular ayuda al organismo a activar su propio proceso de auto-curación sin alterar la movilidad y facilitando la circulación sanguínea.
Pero yo me pregunto, ¿realmente son ciertas estas propiedades curativas que se le atribuyen al kinesiotaping? ¿Pueden de verdad unas simples tiras adhesivas, que parecen esparadrapos, relajar un músculo contracturado? ¿Realmente quitan el dolor? ¿O se trata sólo de un efecto placebo?
Ramón Aiguadé
Ramón Aiguadé tratando a una paciente.
Todas estas preguntas las responde en esta entrevista el fisioterapeuta Ramón Aiguadé, profesor de la Universitat de Lleida y Tesorero del Col.legi de Fisioterapeutes de Catalunya. La entrevista fue emitida en la sección radiofónica ‘Esport i salut’ del programa ‘En Joc’ de La Xarxa Radio.
Pregunta.- ¿Es realmente útil el vendaje neuromuscular o se trata de un efecto placebo?
Ramón Aiguadé.- El hecho de que estos vendajes sean de colores y visualmente tan marcados, sin duda, generan confianza y, por tanto, seguramente existe un efecto placebo intrínseco a su aplicación. Sin embargo, todos conocemos ejemplos de productos que no tenían una utilidad o una ventaja clínica real y que poco a poco fueron desapareciendo. En cambio, lo cierto es que el vendaje neuromuscular se mantiene de moda desde hace ya bastantes años y que su utilización en el ámbito deportivo y del deporte de élite continúa estando muy vigente. La evidencia científica todavía es un poco contradictoria. Tenemos estudios científicos que avalan su uso y también los tenemos que no son concluyentes. En todo caso, sí nos dicen que debemos seguir investigando en este campo para determinar sí verdaderamente la efectividad del vendaje neuromuscular es real o por el contrario se trata de un efecto placebo. En cualquier caso, sea placebo o evidencia científica su utilización por parte de un número tan elevado de deportistas y pacientes avalarían su uso.
P.- ¿Cuáles son sus aplicaciones y para qué está especialmente indicado?
R.A.- Como su nombre indica, la primera aplicación a destacar es a nivel muscular, donde curiosamente lo podemos utilizar de dos formas totalmente diferenciadas.
En el ámbito deportivo, se suele utilizar para aumentar el rendimiento deportivo, para conseguir que los músculos trabajen mejor y por tanto rindan más. Y en el ámbito clínico, suele utilizarse principalmente con una finalidad relajante de la musculatura, sea para disminuir el tono muscular o si detectamos una contractura, relajarla y aliviar el dolor. En este sentido, también hay aplicaciones a nivel de lesiones ligamentosas y tendinosas.
kinesiotaping 2Otra aplicación a destacar es ante procesos inflamatorios y en presencia de edemas, sean de origen traumático o a consecuencia de una cirugía; o incluso debido a procesos oncológicos en los cuales al resecar los ganglios se produce el típico linfedema. En estos últimos casos, es donde el vendaje neuromuscular tiene un efecto más espectacular. Por último, destacaría alguna aplicación que los fisioterapeutas denominamos de tipo segmentario, como sería su aplicación para el tratamiento de reglas dolorosas en chicas, la cual acostumbramos a ver muy a menudo en el mundo del deporte.
“En la mejora de fuerza muscular es donde tenemos más estudios que demuestran la eficacia del kinesiotaping”
P.- Al margen de las lesiones ¿las tiras terapéuticas pueden tener también una utilidad ergogénica? Por ejemplo, ¿para favorecer la contracción muscular o aumentar la fuerza?
R.A.- Sobre la ganancia de fuerza muscular es donde tenemos más estudios que demuestran la eficacia de esta técnica. El uso del vendaje neuromuscular con este fin en el deporte llega incluso a equipos de fútbol de Primera División. En el Futbol Club Barcelona es poco habitual que sus jugadores lo usen. En cambio, en el Real Madrid o en el Valencia es frecuente su uso, al igual que en otros equipos internacionales como el Milan que lo han utilizado en partidos de importancia. En otras disciplinas deportivas como ciclismo, baloncesto, atletismo… también es muy frecuente ver que se usan las tiras terapéuticas en busca de un mejor rendimiento. Podemos decir, claramente, que existe un efecto beneficioso en cuanto a la mejora de fuerza muscular.
kinesiotaping nadadorP.¿Pero este beneficio es realmente tan notorio? ¿Ponerse un kinesiotaping en el hombro de verdad puede permitir nadar más rápido, hacer una brazada más amplia o cansarse menos? ¿Hasta el punto de que la Federación Internacional de Natación (FINA) tenga prohibido su uso en competiciones oficiales por considerar que mejora artificialmente el rendimiento? Lo que llaman dopaje tecnológico como ocurrió con los bañadores LZR Racer Speedo.
R.A.- En este sentido la FINA siempre se ha caracterizado por ser una federación muy sensible con los temas del llamado dopaje tecnológico y siempre han actuado de una forma en cierta manera preventiva. Antes de demostrar que efectivamente existe este tipo de beneficio y antes de sembrar la duda o que después tuvieran que corregir, optaron por prohibir el vendaje neuromuscular en competición.
“En chicas deportistas se usa para aliviar el dolor menstrual”
P.- He visto que muchas atletas entrenado y sobre todo compitiendo llevan tiras adhesivas pegadas en la barriga ¿Tiene que ver con lo comentado anteriormente sobre la menstruación?
R.A.- Efectivamente. En el deporte femenino es muy frecuente ver a chicas con un vendaje neuromuscular específico para prevenir o mitigar el dolor menstrual. Incluso en otros países, en parafarmacias y supermercados se pueden encontrar packstotalmente preparados -con las vendas o tiras correspondientes ya precortadas-  para que la usuaria pueda ponérselas ella misma. Vienen con un manual de instrucciones y en algunos casos incluyen un link a una web donde se puede visualizar un vídeo tutorial sobre cómo debe realizarse el vendaje. Es algo que los fisioterapeutas desaconsejamos totalmente porque consideramos que el vendaje neuromuscular debe ser realizado por un profesional formado y preparado específicamente para esta técnica.
isabel_macias Kinesiotaping
Isabel Macías con un kinesiotaping para el dolor menstrual en Goteborg 2013, donde se proclamó subcampeona de Europa en 1.500 ml.
P.- ¿Es cierto que cada color tiene una aplicación diferente? O dicho de otra manera ¿si una tira por ejemplo es rosa tendrá un efecto terapéutico diferente de si es azul?
R.A.- De entrada decir que las vendas sean del color que sean tienen las mismas propiedades mecánicas en cuanto a elasticidad, adherencia, etc. No ocurre como con las gomas o bandas elásticas que se usan en algunos entrenamientos y en las que cada color corresponde a un grado de resistencia. Eso no es así con las tiras del vendaje neuromuscular. Sin embargo, en la medicina oriental sí se le da mucha importancia a los colores porque consideran que las patologías pueden tener un origen más de tipo yin o yang; y en este sentido también hay colores que se consideran más yin o yang. Por tanto, ellos sí tienen en cuenta ese aspecto.
Por el contrario, en la medicina alopática -que es nuestra medicina tradicional- los colores son bastante indiferentes. En líneas generales, no obstante sí podemos decir que los colores oscuros, como el azul o el negro, se tienden a utilizar más en patologías de tipo agudo, en las que se aplicaría frío. Y los colores más cálidos, como el rojo, rosa o amarillo, se usan más en patologías de tipo crónico. Pero insisto, éste es un concepto que proviene de la medicina oriental y en nuestro entorno lo solemos considerar innecesario. Es un tema que veces lo dejamos incluso a criterio del propio paciente quien suele elegir el color que más le gusta.
P.- O que mejor combina con su equipación…
R.A. También.


sexta-feira, 12 de junho de 2015

Powerman a Powerman

Powerman duatletas adoram essa palavra, quem nunca sonhou em estar em Zofingen fazendo 10km / 150 km / 30km ??? È o nosso Ironman , e no Brasil vai ter uma etapa, distancia menor claro, mas e dai? O nome já te anima, priorizei a maratona do Rio, mas e a vontade de estar em Florianópolis é grande. Mas o dinheiro investido também é grande. Fico aqui me perguntando porque tantos duathlon no Brasil tem problemas a organização? Ja fiz prova que atrasou demais, que não deu premiação,, que faltou água. Mesmo assim gostamos de sofrer. Em especifico o Powerman notei uma coisa, geralmente todas as provas é domingo de manha, e a premiação na hora do almoço correto?? O powerman Florianópolis colocou a premiação as 18:00. Esse horário muita gente ja tem que estar no avião voltando pra casa , em se tratando de Duathlon 99% é amador, vai trabalhar no outro dia. Prescisa chegar no aeroporto, pegar carro, pegar mais estrada , no meu caso 1 hora. Ja começou errado? Não sei talvez, e o preço? Praticamente 600,00, fora a passagem de avião que com a esposa vai mais uma grana boa, resumindo uns 1500,00 pra ficar sábado e domingo. A vontade é muito grande, mas não sei não. A não ser que parcelem essa inscrição, A passagem aérea abaixe o preço etc.. Treinamento pra maratona ta bacana, segundo começo incluir mais 2 treinos de bike e manter o que venho fazendo. Se não der certo Powerman, tem Trirex em outubro Distancia olimpica, Longa, etc... Vou estar pronto do mesmo jeito, resta é aguardar... Bons treinos


terça-feira, 9 de junho de 2015

Powerman Brasil 2015


O Powerman confirmou que Florianópolis receberá os duatletas no dia 27 de setembro para 10km de corrida, 60km de ciclismo e mais 10km de corrida.
A organização divulgou mais detalhes da competição:

Valores dos lotes

Lote 1 : U$ 175.0+ 10% taxas – do dia 23/06 até 15/07.
Lote 2: U$ 200.0 + 10%taxas – até 30/08.
Lote 3: U$ 225.0 + 10% taxas até dia 20/09.

Programação

Quinta 24/09
· Expo
· Arena food truck
· Retirada de Kit
· Palestra
Sexta 25/09
· Expo
· Arena food truck
· Retirada de kit
· Congresso técnico
Sábado 26/09
· Expo
· Arena food truck
· Retirada de kir até às 11h00.
· Coletiva de imprena às 10h00.
· Check in das bike, a partir das 14h00.
Domingo 27/09
· Expo
· Arena food truck
· Largada
· Premiação às 18h00
· Festa a partir das 18h00
Mais detalhes, como mapas dos percurso, serão anunciados no dia 22 de junho, quando ocorre o lançamento oficial.

FONTE: MUNDOTRI